Categoria: Tendências em Viagens Corporativas

  • Tendências em viagens corporativas: automação e governança para empresas

    Tendências em viagens corporativas: automação e governança para empresas

    Tendências em viagens corporativas: automação e governança para empresas

    Introdução

    As principais tendências em viagens corporativas apontam para um mercado cada vez menos baseado em solicitações manuais, decisões isoladas e compras sem rastreabilidade. Para empresas, a discussão deixou de ser apenas “comprar passagem” e passou a envolver governança, orçamento, política de viagens, dados, compliance e produtividade.

    Essa mudança importa porque viagens empresariais costumam atravessar várias áreas ao mesmo tempo: financeiro, procurement, RH, diretoria, secretariado executivo, gestores de equipes e colaboradores em deslocamento. Quando o processo é desorganizado, a empresa perde visibilidade sobre custos, aprovações, prazos, remarcações e oportunidades de economia.

    Neste cenário, automação e governança não são apenas temas de tecnologia. São tendências práticas para empresas que precisam controlar gastos, reduzir retrabalho e tomar decisões melhores sobre deslocamentos profissionais.

    O que empresas precisam entender sobre Tendências

    A categoria de tendências em viagens corporativas deve ser analisada pela ótica da operação empresarial. A pergunta central não é “o que está na moda em viagens?”, mas sim: quais mudanças ajudam a empresa a comprar melhor, aprovar com mais controle, reduzir desperdícios e manter conformidade com suas regras internas?

    Entre as tendências mais relevantes para o ambiente B2B estão:

    • automação de solicitações e aprovações;
    • uso de dados para acompanhar custos e comportamento de compra;
    • integração entre política de viagens, financeiro e procurement;
    • rastreabilidade de decisões e exceções;
    • maior atenção a compliance e auditoria;
    • busca por economia sem comprometer produtividade;
    • centralização de informações sobre passagens, remarcações e reembolsos.

    Na prática, empresas maduras tratam viagens corporativas como uma frente de gestão. Isso significa que cada deslocamento deve ter finalidade clara, orçamento controlado, aprovação definida e registro suficiente para análise posterior.

    Por que isso importa no ambiente B2B?

    No ambiente B2B, viagens corporativas impactam diretamente custos, eficiência operacional e governança. Uma passagem comprada fora da política pode parecer um detalhe pequeno, mas quando esse comportamento se repete em escala, o resultado pode ser perda de previsibilidade orçamentária e dificuldade para negociar melhores condições.

    A automação ajuda a reduzir gargalos porque tira dependência de trocas soltas por e-mail, mensagens ou planilhas manuais. Já a governança define critérios claros: quem pode solicitar, quem aprova, qual antecedência mínima deve ser respeitada, quais exceções são aceitas e como os custos serão registrados.

    Para CFOs e áreas financeiras, isso melhora a visibilidade sobre despesas. Para procurement, fortalece negociação e controle de fornecedores. Para RH e gestores, reduz atritos com colaboradores. Para a diretoria, cria uma base mais confiável para decidir quando viajar, quando substituir por reunião remota e quando investir em deslocamentos estratégicos.

    Como aplicar na prática

    A aplicação das tendências em viagens corporativas deve começar por processos simples, mensuráveis e conectados à realidade da empresa. Não adianta implantar tecnologia se a política de viagens está desatualizada ou se os responsáveis por aprovação não sabem quais critérios seguir.

    Um caminho prático inclui:

    1. Mapear o fluxo atual de viagens

    Antes de automatizar, a empresa precisa entender como as viagens são solicitadas, aprovadas, compradas e prestadas contas hoje. O mapeamento deve identificar:

    • quem solicita viagens;
    • quais áreas aprovam;
    • onde as cotações são feitas;
    • como passagens são compradas;
    • como alterações e cancelamentos são registrados;
    • quais dados chegam ao financeiro;
    • onde ocorrem atrasos, exceções e retrabalho.

    Esse diagnóstico revela se o problema principal está em política, tecnologia, fornecedores, comunicação interna ou falta de indicadores.

    2. Revisar a política de viagens

    Automação sem política clara apenas acelera um processo ruim. A política deve orientar decisões sobre antecedência mínima, classes permitidas, limites de orçamento, critérios para exceções, aprovação por centro de custo e regras para alterações.

    O ideal é que a política seja objetiva, compreensível e aplicável no dia a dia. Regras muito genéricas dificultam controle; regras excessivamente complexas tendem a ser ignoradas.

    3. Automatizar aprovações e registros

    Uma das tendências mais fortes em viagens corporativas é substituir aprovações informais por fluxos rastreáveis. Isso permite que a empresa saiba quando uma viagem foi solicitada, quem aprovou, qual justificativa foi usada e se a compra respeitou a política.

    A automação também reduz dependência de pessoas específicas. Se uma aprovação fica parada porque está em uma caixa de entrada individual, a empresa perde velocidade e pode pagar mais caro por passagens compradas em cima da hora.

    4. Usar dados para melhorar decisões

    Dados de viagens corporativas devem ajudar a responder perguntas como:

    • quais áreas mais viajam;
    • quais rotas concentram maior custo;
    • quanto a empresa perde com compras sem antecedência;
    • quantas exceções à política são aprovadas;
    • quais fornecedores entregam melhor relação entre custo, suporte e controle;
    • quais viagens geram maior impacto comercial ou operacional.

    Sem esses dados, a gestão fica reativa. Com eles, a empresa consegue ajustar política, negociar melhor e orientar líderes internos.

    Erros comuns nas empresas

    Mesmo empresas com alto volume de viagens ainda cometem erros básicos de governança. Os mais frequentes são:

    Tratar viagem corporativa como demanda administrativa simples

    Quando viagens são vistas apenas como tarefa operacional, a empresa tende a ignorar impactos financeiros e estratégicos. O resultado é falta de controle sobre custos, prazos e exceções.

    Comprar passagens sem padrão de aprovação

    Compras urgentes, solicitações informais e aprovações por mensagens avulsas dificultam auditoria. Esse modelo pode até funcionar em empresas pequenas, mas se torna frágil conforme o volume cresce.

    Não acompanhar indicadores

    Sem indicadores, a empresa não sabe se está economizando, perdendo dinheiro, comprando tarde demais ou criando exceções em excesso. A gestão depende de percepções, não de evidências.

    Separar tecnologia de governança

    Ferramentas ajudam, mas não substituem regras. A melhor solução é combinar tecnologia em viagens corporativas com política clara, responsáveis definidos e critérios de decisão objetivos.

    Indicadores ou critérios de decisão

    Para avaliar se a empresa está acompanhando as tendências em viagens corporativas de forma útil, alguns indicadores merecem atenção:

    • custo médio por viagem;
    • antecedência média de compra;
    • percentual de compras dentro da política;
    • número de exceções aprovadas;
    • economia obtida por compra antecipada;
    • tempo médio entre solicitação e aprovação;
    • volume de remarcações e cancelamentos;
    • custo por centro de custo ou área;
    • satisfação dos viajantes corporativos com o processo;
    • aderência dos fornecedores às necessidades da empresa.

    Esses dados ajudam a separar tendência real de modismo. Uma inovação só deve ser priorizada se melhora controle, reduz custo, aumenta previsibilidade ou fortalece a governança da operação.

    Perguntas frequentes

    Quais são as principais tendências em viagens corporativas para empresas?

    As principais tendências envolvem automação de aprovações, uso de dados, integração com financeiro e procurement, revisão de política de viagens, rastreabilidade de decisões, controle de exceções e fortalecimento da governança sobre custos.

    Automação em viagens corporativas reduz custos?

    Pode reduzir, desde que esteja conectada a uma política clara e a indicadores de gestão. A automação diminui retrabalho, evita aprovações perdidas, melhora antecedência de compra e ajuda a controlar exceções que encarecem a operação.

    Como saber se a empresa precisa revisar a gestão de viagens?

    Sinais comuns incluem compras frequentes em cima da hora, falta de relatórios confiáveis, muitas exceções sem justificativa, dificuldade para aprovar viagens, ausência de centro de custo e pouca visibilidade sobre gastos por área.

    Governança em viagens corporativas é relevante para empresas menores?

    Sim. Empresas menores também precisam controlar custos e evitar decisões informais demais. A diferença é que a governança pode começar simples, com regras claras, responsáveis definidos e registros consistentes antes de evoluir para processos mais sofisticados.

    Sugestões de linkagem interna

    • Linkar para um conteúdo sobre política e governança de viagens corporativas.
    • Linkar para um guia de custos e economia em viagens empresariais.
    • Linkar para um post sobre passagens corporativas e controle de compras.
    • Linkar para um conteúdo introdutório sobre gestão de viagens corporativas.

    Sugestões de imagens e alt text

    • Imagem: dashboard com indicadores de viagens empresariais. Alt text: “Dashboard com dados de tendências em viagens corporativas, custos e aprovações empresariais”.
    • Imagem: equipe de financeiro e procurement analisando viagens. Alt text: “Equipe corporativa avaliando automação e governança em viagens empresariais”.
    • Imagem: fluxo de aprovação de viagem corporativa. Alt text: “Fluxo automatizado de solicitação e aprovação de viagens corporativas”.

    Conclusão

    As tendências em viagens corporativas mais relevantes para empresas não são as mais chamativas, mas as que melhoram controle, previsibilidade e tomada de decisão. Automação, dados e governança formam a base para reduzir desperdícios, organizar aprovações e transformar viagens empresariais em uma operação mais estratégica.

    Para empresas que ainda dependem de processos manuais, o primeiro passo não precisa ser complexo. Mapear o fluxo atual, revisar a política, definir indicadores e centralizar aprovações já cria uma base mais sólida para evoluir.

    CTA

    Se sua empresa quer reduzir custos, melhorar aprovações e ganhar mais controle sobre viagens corporativas, revise sua política atual e avalie soluções B2B que conectem passagens, governança, dados e suporte especializado em um processo mais eficiente.

    Registro operacional de SEO

    • Termo principal trabalhado: tendências em viagens corporativas.
    • Intenção de busca identificada: empresas buscando entender mudanças do mercado para controlar custos, automatizar processos e fortalecer governança.
    • Palavras-chave utilizadas: automação em viagens corporativas, tecnologia em viagens corporativas, governança em viagens corporativas, gestão de viagens empresariais, custos de viagens corporativas.
    • Perguntas relevantes incorporadas: principais tendências, impacto da automação, sinais de revisão da gestão e relevância da governança para empresas menores.
    • Oportunidade editorial: posicionar a categoria Tendências como fonte B2B prática para decisão empresarial, evitando abordagem de lazer ou consumidor final.
    • Pesquisa externa: não utilizada neste ciclo; produção baseada apenas no protocolo global B2B e na skill operacional de Tendências, conforme instrução do subagente.
  • Sustentabilidade em Viagens de Negócios: Do Conceito à Prática

    Sustentabilidade em Viagens de Negócios: Do Conceito à Prática

    Sustentabilidade em viagens corporativas deixou de ser pauta de relatório de RSE para se tornar uma exigência de clientes, investidores e reguladores. Empresas que não monitoram e reduzem a pegada de carbono das suas viagens de negócios estão ficando para trás em múltiplas frentes: credibilidade ESG, capacidade de atrair talentos e conformidade com frameworks de reporte cada vez mais exigentes. Este artigo apresenta como sair do discurso e implementar uma estratégia concreta de sustentabilidade em viagens corporativas.

    Por que as viagens corporativas importam tanto para a pegada de carbono

    Viagens aéreas são uma das categorias com maior impacto ambiental nas operações corporativas. Os números são expressivos:

    • Um voo de São Paulo para Nova York gera aproximadamente 1,5 tonelada de CO2 por passageiro na classe econômica — o equivalente a mais de 6 meses de uso de um carro popular
    • A classe executiva gera de 2 a 4 vezes mais emissões por passageiro do que a econômica, por conta do espaço físico ocupado por assento na aeronave
    • Conexões aumentam as emissões em até 30% em comparação com voos diretos para o mesmo destino
    • Para empresas com equipes comerciais ou de consultoria que viajam intensamente, as viagens podem representar entre 30% e 70% das emissões diretas da empresa

    Ignorar esses dados é incompatível com qualquer compromisso sério de sustentabilidade — e cada vez mais difícil de justificar para clientes, investidores e reguladores que exigem reporte de Escopo 3.

    O ponto de partida: medir antes de gerenciar

    Você não pode reduzir o que não mede. O ponto de partida de qualquer estratégia de sustentabilidade em viagens é calcular a pegada de carbono atual das viagens corporativas da empresa.

    O que você precisa para o cálculo

    • Lista de todos os voos realizados nos últimos 12 meses: origem, destino, classe de viagem
    • Quilômetros percorridos de carro alugado ou frota própria
    • Dados de hospedagem (alguns cálculos mais avançados incluem a pegada dos hotéis)

    Ferramentas de cálculo disponíveis

    • ICAO Carbon Emissions Calculator: ferramenta gratuita da Organização de Aviação Civil Internacional, específica para aviação
    • Atmosfair: calculadora especializada em aviação com metodologia robusta e opção de compensação
    • MyClimate: calculadora abrangente que inclui aviação, transporte terrestre e hospedagem
    • Plataformas de gestão de viagens: a getFly e outras plataformas modernas registram os dados necessários automaticamente, tornando o cálculo imediato

    O resultado do cálculo é expresso em toneladas de CO2 equivalente por ano. Esse número é a linha de base — o ponto de partida para definir metas de redução.

    Estratégias práticas de redução: do simples ao estrutural

    Substituição inteligente por videoconferência

    A pandemia demonstrou que muitas reuniões que exigiam presença física podem acontecer por vídeo com resultado equivalente. A mudança cultural não é fácil, mas é a mais impactante: cada voo eliminado é a redução mais eficaz possível. A pergunta que o gestor deve fazer antes de aprovar qualquer viagem: essa reunião tem o mesmo resultado por vídeo?

    Empresas que implementaram essa cultura de forma consistente reportaram reduções de 30% a 40% no volume de viagens — sem impacto nos resultados de negócio. A chave é institucionalizar a pergunta, não apenas sugerir a alternativa.

    Consolidação de viagens por destino

    Em vez de três viagens curtas ao mesmo destino em três semanas, planejar uma viagem mais longa que atenda a todos os objetivos. Para times comerciais com múltiplos clientes numa mesma cidade, essa prática reduz emissões e custo simultaneamente.

    Preferência por voos diretos

    Conexões aumentam as emissões em até 30% e o tempo total de viagem em 50% ou mais. Quando a diferença de custo entre o voo direto e o voo com conexão for inferior a 20%, a política de viagens deve priorizar o voo direto.

    Classe econômica como padrão

    A classe executiva gera de 2 a 4 vezes mais emissões por passageiro. Para voos domésticos e para viagens internacionais com duração inferior a 6 horas, a classe econômica deveria ser o padrão — com exceções por critério claro (hierarquia, condição médica, duração de voo).

    Política de trem para trechos curtos

    Em destinos onde há opção ferroviária competitiva em tempo — como São Paulo-Campinas ou Rio de Janeiro-São Paulo (quando a linha TAV for inaugurada) — a política de viagens deve priorizar o trem. Em geral, o trem gera entre 6 e 10 vezes menos emissões do que o avião para o mesmo trecho.

    Compensação de carbono para viagens inevitáveis

    Para viagens que não podem ser substituídas ou reduzidas, a compensação via créditos de carbono certificados é uma forma de neutralizar as emissões. Os padrões mais reconhecidos globalmente são o Gold Standard e o VCS (Verra). Priorize projetos de compensação no Brasil — especialmente preservação de floresta amazônica e restauração de biomas.

    A compensação não é a solução ideal — é a última etapa de uma hierarquia que começa pela redução real. Mas é muito melhor do que não fazer nada.

    Como reportar: o que ESG e investidores esperam

    Enquadramento no GHG Protocol

    O padrão global para reporte de emissões é o GHG Protocol (Greenhouse Gas Protocol). Viagens corporativas se enquadram no Escopo 3, Categoria 6 (Viagens de Negócios). O reporte exige dados granulares: emissões por viagem, por classe, por destino e, idealmente, por viajante.

    Frameworks de reporte externos

    Os principais frameworks que exigem reporte de emissões de viagens corporativas:

    • GRI (Global Reporting Initiative): indicador GRI 305-3 (emissões de Escopo 3)
    • CDP (Carbon Disclosure Project): Questão C6.5 (emissões de Escopo 3 por categoria)
    • TCFD (Task Force on Climate-related Financial Disclosures): reporte de emissões operacionais e da cadeia de valor
    • CSRD (Corporate Sustainability Reporting Directive): regulação europeia que já afeta empresas brasileiras que operam na UE

    O que reportar internamente

    Além do reporte externo, o reporte interno de sustentabilidade em viagens deve incluir:

    • Emissões totais do período (toneladas de CO2e)
    • Emissões por área ou centro de custo
    • Variação em relação ao período anterior e à meta estabelecida
    • Top 10 viajantes por emissão gerada
    • Emissões compensadas e projetos de compensação utilizados

    Como construir uma meta de redução realista

    Metas de sustentabilidade em viagens corporativas precisam ser específicas, mensuráveis e com prazo definido. Um modelo comum para empresas iniciando essa jornada:

    • Ano 1: medir e estabelecer linha de base; redução de 10% via substituição por videoconferência
    • Ano 2: redução adicional de 15% via consolidação de viagens e política de classe econômica
    • Ano 3: compensar 100% das emissões inevitáveis; meta de neutralidade de carbono em viagens

    Metas mais ambiciosas — como as alinhadas ao Science Based Targets (SBTi) — exigem reduções de 50% até 2030. Para empresas que querem posicionamento de liderança em sustentabilidade, esse é o benchmark relevante.

    Como a getFly apoia a estratégia de sustentabilidade

    A getFly registra automaticamente os dados necessários para o cálculo de emissões de cada viagem: origem, destino, classe de viagem e distância percorrida. Com esses dados estruturados disponíveis em tempo real, o gestor consegue gerar relatórios de sustentabilidade sem esforço adicional de coleta.

    Nossa plataforma também está desenvolvendo funcionalidades de Carbon Score por viagem — que mostram ao colaborador e ao aprovador o impacto ambiental de cada reserva antes da confirmação, permitindo decisões mais conscientes sem eliminar a autonomia do viajante.

    Conclusão

    Sustentabilidade em viagens corporativas é mensurável, gerenciável e cada vez mais obrigatória — não apenas como escolha ética, mas como exigência de mercado. Comece pela medição, defina metas realistas, implemente as estratégias de redução de forma gradual e use a tecnologia para tornar o processo sistemático. Empresas que fazem isso hoje constroem vantagem competitiva e credibilidade que serão cada vez mais relevantes nos próximos anos. Se quiser entender como a getFly ajuda a monitorar e reduzir o impacto ambiental das viagens da sua empresa, fale com a gente.

  • IA em Viagens Corporativas: Como a Tecnologia Está Mudando o Setor

    IA em Viagens Corporativas: Como a Tecnologia Está Mudando o Setor

    A inteligência artificial está transformando a gestão de viagens corporativas de uma forma que vai muito além da automação de tarefas repetitivas. Ela está mudando a lógica fundamental de como empresas tomam decisões sobre viagens — de reativas para preditivas, de manuais para conversacionais, de fragmentadas para integradas. Para os gestores que ainda gerenciam viagens com planilhas e e-mails, essa transformação não é uma ameaça futura: já está acontecendo, e a distância entre líderes e retardatários cresce a cada trimestre.

    O estado atual: o que a IA já faz nas viagens corporativas hoje

    Busca e otimização inteligente de rotas e tarifas

    Algoritmos de IA analisam em tempo real milhões de combinações de voos, conexões, horários e tarifas para identificar a opção que melhor equilibra custo, tempo de viagem e conforto — de acordo com as preferências individuais do viajante e a política da empresa. Esse processo, que manualmente levaria de 20 a 40 minutos, acontece em menos de 2 segundos.

    A sofisticação vai além da simples busca de menor preço. A IA aprende com o histórico de reservas da empresa e dos viajantes individuais para ajustar as recomendações — priorizando assentos de corredor para quem sempre escolhe corredor, otimizando conexões para minimizar tempo em aeroporto para executivos que viajam muito.

    Emissão automática com milhas aéreas

    Identificar quando há disponibilidade de emissão via milhas para um determinado trecho e calcular se vale mais a pena emitir com milhas ou pagar a tarifa — considerando o custo de aquisição das milhas e a diferença de preço — é um processo que levaria horas de pesquisa manual. A IA faz isso em segundos, para cada reserva, de forma automática.

    Na prática, isso significa que empresas que usam IA para emissão de passagens conseguem economias de 30% a 50% em voos de urgência — exatamente os casos onde a tarifa spot está mais cara e onde o impacto no orçamento é mais significativo.

    Assistentes conversacionais de viagem

    A mudança mais visível para o colaborador é a interface. Plataformas baseadas em IA permitem que a reserva seja feita em linguagem natural: “Preciso ir de São Paulo para Fortaleza na quinta-feira, com volta no domingo, hotel próximo ao centro de convenções, orçamento moderado”. O assistente entende, busca e apresenta as opções — sem formulários, sem menus, sem múltiplas telas.

    Isso reduz o tempo médio de reserva de 15-20 minutos (em plataformas tradicionais) para menos de 2 minutos. Para colaboradores que viajam frequentemente, isso representa horas recuperadas por mês.

    Detecção proativa de anomalias

    A IA monitora continuamente os gastos de viagem e identifica padrões fora da política antes que o ciclo de auditoria manual chegue a eles. Um hotel acima do limite, uma passagem em classe não permitida, uma refeição em categoria não coberta — o sistema sinaliza em tempo real, possibilitando correção antes do reembolso ser processado.

    Além da conformidade com a política, a IA identifica padrões mais sutis: um viajante que consistentemente compra passagens com menos de 72 horas de antecedência (gerando custo 60% maior), um hotel que é repetidamente escolhido apesar de ter alternativas 20% mais baratas na mesma localização, um destino cujo custo médio por diária está acima da média do mercado.

    A camada que está emergindo: IA preditiva e proativa

    Gestão preditiva de itinerários

    A próxima geração de IA em travel management não espera a solicitação do colaborador — antecipa. Com base no calendário de reuniões, padrões históricos de viagem e dados do CRM, o sistema sugere proativamente: “Você tem reunião em Brasília na próxima segunda. Com base no histórico, você costuma viajar no domingo à noite. Quer que eu verifique disponibilidade e preços para esse itinerário?”

    Para executivos com agendas densas, isso elimina o overhead cognitivo de gerenciar logística de viagem — o foco fica na reunião, não no planejamento do deslocamento.

    Otimização de timing de compra

    A IA analisa historicamente como os preços de voos evoluem para rotas específicas em períodos específicos do ano — e recomenda o momento ideal para comprar. Para voos recorrentes (como o trecho GRU-BSB toda semana), essa otimização pode representar economia de 15% a 25% no custo médio da passagem ao longo do ano.

    ROI por viagem

    Cruzando dados de CRM (oportunidades geradas, contratos fechados, valor de pipeline) com dados da plataforma de viagens (custo da viagem, cidade, cliente visitado), a IA começa a construir um modelo de ROI por viagem. Isso transforma a gestão de viagens de centro de custo para centro de investimento — com dados para justificar o orçamento de travel para a diretoria financeira.

    O impacto no papel do gestor de viagens

    A pergunta que surge naturalmente: a IA vai eliminar o cargo de gestor de viagens? A resposta é não — mas vai transformar radicalmente o que esse profissional faz.

    As tarefas operacionais — aprovar reservas dentro da política, processar reembolsos, verificar comprovantes, responder dúvidas sobre limites — são automatizadas. O gestor de viagens passa a se dedicar ao que a IA não faz:

    • Negociação estratégica com companhias aéreas e redes hoteleiras
    • Definição e revisão da política de viagens com base nos dados gerados pela IA
    • Gestão de relacionamento com fornecedores de alto valor
    • Interpretação de dados de viagem para decisões estratégicas de expansão geográfica
    • Gestão de incidentes complexos que exigem julgamento humano

    Para empresas sem gestor dedicado, a IA resolve o operacional — permitindo que o financeiro ou RH gerenciem viagens com muito menos esforço e sem a necessidade de contratar um especialista imediatamente.

    Por que empresas que adotam IA saem na frente

    A vantagem competitiva da IA em viagens corporativas se manifesta em três dimensões simultâneas:

    Redução de custos diretos

    Empresas que usam IA para gestão de viagens reportam, em média, redução de 25% a 40% nos custos totais de viagem nos primeiros 12 meses de uso. Os ganhos vêm de múltiplas fontes: antecipação de compras, uso de milhas, conformidade com a política e eliminação de desperdícios invisíveis.

    Ganho de velocidade operacional

    Passagens emitidas em menos de 1 minuto, aprovações automáticas para viagens dentro da política, relatórios de despesas gerados instantaneamente. Essa velocidade tem valor direto: colaboradores passam menos tempo em processos administrativos e mais tempo em atividades que geram valor.

    Melhora na experiência do viajante

    Interface simples, processo sem atrito, aprovação rápida, suporte disponível. Quando a experiência de viagem corporativa é boa, o colaborador engaja com o processo — e o nível de conformidade com a política aumenta naturalmente. Isso é especialmente relevante em mercados com disputa por talentos: a qualidade da experiência de viagem é parte da proposta de valor para reter profissionais que viajam muito.

    Como a getFly usa IA no core do produto

    A getFly foi construída com IA no centro — não como camada adicional sobre um sistema legado. Nossa IA “Fly” entende linguagem natural, busca as melhores opções combinando tarifas e milhas, aplica a política da empresa automaticamente e aprende com o histórico de cada viajante.

    O resultado é uma plataforma onde uma passagem de urgência, que normalmente custaria R$ 2.500 no mercado spot, pode ser emitida com milhas por R$ 1.200 — com todo o processo, da solicitação à emissão, concluído em menos de 1 minuto.

    Conclusão

    A IA em viagens corporativas não é o futuro — é o presente. Empresas que continuam gerenciando viagens com planilhas e e-mails estão deixando dinheiro e eficiência na mesa enquanto concorrentes constroem vantagem operacional real. Se você quer entender como a IA da getFly pode transformar a gestão de viagens da sua empresa, fale com a gente. Mostramos em 30 minutos o que é possível fazer hoje.

  • Viagens Corporativas em 2026: O Que Mudou e O Que Esperar

    Viagens Corporativas em 2026: O Que Mudou e O Que Esperar

    O que está diferente em 2026

    O mercado de viagens corporativas voltou ao volume pré-pandemia — e voltou com uma pressão adicional: as empresas querem mais controle sobre os gastos e menos burocracia para os viajantes. Essas duas demandas, que antes pareciam contraditórias, estão sendo resolvidas pela tecnologia.

    Três movimentos estão redefinindo como as empresas viajam hoje.

    IA no centro do processo de compra

    A inteligência artificial saiu das apresentações de conferência e chegou ao fluxo de compra de passagens. Plataformas com IA conversacional permitem que o colaborador descreva o que precisa em linguagem natural e receba opções em segundos — sem formulários de busca, sem múltiplas abas abertas, sem a complexidade dos sistemas tradicionais.

    A mudança não é apenas de velocidade. É de experiência. Um colaborador que usa uma plataforma com interface de chat aprende a usá-la em minutos. O mesmo colaborador pode levar horas para dominar um sistema de reservas tradicional — e frequentemente desiste e usa o cartão pessoal.

    A adoção da plataforma — sempre um desafio para o gestor — melhora significativamente quando a interface é familiar.

    Milhas corporativas: do nicho para o mainstream

    O uso de milhas para emissão de passagens sempre foi possível no ambiente corporativo, mas ficou restrito a quem tinha tempo e expertise para operar manualmente. Em 2026, plataformas que integram emissão por milhas no fluxo corporativo tornam esse processo acessível para qualquer empresa — sem a necessidade de um especialista em programas de fidelidade.

    O impacto é mais significativo exatamente onde a empresa mais sofre: nas compras de última hora. Enquanto a tarifa de balcão pode triplicar nos dias que antecedem um voo, a emissão por milhas mantém um custo mais estável — gerando economia de até 50% em situações de urgência.

    Essa é uma oportunidade que os concorrentes B2B tradicionais ainda não exploram de forma direta. As empresas que adotam essa modalidade agora têm uma vantagem de custo que pode demorar anos para os concorrentes replicar.

    Pressão por orçamento cria demanda por dados melhores

    Com CFOs e diretores financeiros sob pressão crescente para reduzir custos operacionais, viagens corporativas deixaram de ser um centro de custo ignorado e passaram a ser uma área de análise ativa.

    O que antes era tratado como despesa necessária e incontrolável agora tem KPIs definidos: gasto médio por viagem, antecedência média de compra, percentual de viagens dentro da política, custo por destino. Empresas que não têm esses dados estão gerenciando às cegas.

    A demanda por plataformas com dashboards em tempo real cresceu diretamente dessa pressão por accountability. O financeiro não aceita mais relatórios de viagem que chegam no fim do mês. Quer ver os números agora.

    Self-booking em expansão

    O modelo em que um comprador central faz todas as reservas da empresa está dando lugar ao self-booking: o próprio colaborador compra sua viagem dentro dos limites da política, sem depender de um intermediário.

    Isso reduz o gargalo operacional e aumenta a agilidade — o colaborador que precisa de um voo urgente não precisa esperar que um comprador processe a solicitação. A plataforma garante a conformidade com a política de forma automática.

    Para o modelo funcionar, a interface precisa ser simples o suficiente para qualquer colaborador usar — não apenas os frequentes. Interfaces conversacionais com IA reduzem a curva de aprendizado ao mínimo.

    Modelo de assinatura por empresa versus por usuário

    Uma mudança de modelo de negócio que está ganhando espaço: plataformas com cobrança por empresa (mensalidade fixa) em vez de cobrança por usuário. Para organizações com centenas de colaboradores mas poucos viajantes frequentes, o modelo por usuário pode gerar um custo fixo alto sem proporcionalidade de uso.

    O modelo por empresa tem custo previsível e não penaliza o crescimento da equipe. Quanto mais o headcount da empresa cresce, mais a vantagem do modelo fixo se acentua.

    O que as empresas mais eficientes já fazem diferente

    • Centralizam todas as compras de viagem em uma única plataforma — sem exceções
    • Usam emissão por milhas nos voos de urgência, onde o impacto de custo é maior
    • Têm dashboards com dados em tempo real, não apenas relatórios retroativos
    • Implementaram self-booking com aprovação automática para compras dentro da política
    • Medem antecedência média de compra como KPI de gestão, não apenas custo total

    A Getfly nesse contexto

    A Getfly foi construída para esse momento: IA conversacional como interface principal, emissão por milhas integrada ao fluxo corporativo, cobertura de aéreo + hotel + carro + seguro, dashboard em tempo real e modelo de assinatura fixo por empresa — R$ 500 por mês, sem custo por usuário. É uma plataforma desenhada para as tendências que já estão acontecendo, não para o mercado de 2019.

    Conheça em Getfly.app.

    FAQ

    O que está mudando nas viagens corporativas em 2026?

    Três movimentos principais: adoção de IA no processo de compra, uso de milhas corporativas para redução de custo (especialmente em urgências) e pressão por dados em tempo real para gestão financeira de viagens. As empresas mais eficientes já implementaram os três.

    Viagens corporativas vão diminuir com o home office?

    O volume de viagens corporativas voltou aos patamares pré-pandemia e continua crescendo. Home office mudou a frequência de algumas reuniões internas, mas não substituiu viagens para clientes, eventos e treinamentos presenciais.

    Qual é a maior tendência em travel tech para empresas em 2026?

    IA conversacional no processo de reserva e integração de emissão por milhas no fluxo corporativo são as inovações com maior impacto prático. A segunda especificamente representa um oceano azul: nenhum dos grandes players B2B do mercado explora essa modalidade de forma direta.

    Como uma empresa pode se preparar para as mudanças em viagens corporativas?

    Três passos: centralizar as compras em uma plataforma que entregue dados em tempo real, revisar a política de viagens para incluir emissão por milhas como modalidade válida, e medir KPIs de gestão de viagens além do custo total — como antecedência média de compra e percentual de conformidade com a política.

    Sugestão de links internos futuros: milhas corporativas, gestão de viagens corporativas, plataforma de gestão de viagens, passagens aéreas corporativas.