Mês: julho 2026

  • Viagens corporativas podem baratear com IA e milhas

    Viagens corporativas podem baratear com IA e milhas

    Em 27 de julho de 2026, a discussão sobre viagens corporativas podem baratear ganhou novo peso entre CFOs e gestores administrativos de PMEs brasileiras, com a pressão por previsibilidade financeira e controle de compra antes da emissão. Nesse contexto, a getFly sustenta sua tese de Travel Decision OS, uma camada de inteligência que decide a melhor forma de emitir a passagem antes do gasto acontecer.

    Por que o custo das passagens corporativas cresce?

    O aumento de custo em viagens corporativas costuma aparecer quando a empresa compra tarde, aprova por canais paralelos e perde visibilidade do que foi emitido fora da política. Para o gestor, o problema não está apenas no preço da tarifa, mas na combinação entre urgência, dispersão de aprovações e falta de leitura financeira em tempo real.

    Segundo a proposta da getFly, o foco deve estar na decisão pré-compra. A plataforma lê a política da empresa, compara histórico e considera milhas como ativo para buscar a forma mais eficiente de emissão. Em vez de tratar a viagem como um gasto inevitável, o processo passa a ser administrado como uma decisão financeira.

    Como funciona a redução de custo antes da compra?

    A redução ocorre quando a empresa deixa de comprar de modo reativo e passa a aplicar regras automáticas antes da emissão. O sistema avalia política interna, valor da tarifa, disponibilidade de milhas e histórico de viagem para apontar a alternativa mais econômica dentro das condições aceitas pela companhia.

    1. Recebimento da solicitação de viagem.
    2. Leitura automática da política da empresa.
    3. Comparação entre emissão tradicional e uso de milhas.
    4. Análise do impacto financeiro para o CNPJ.
    5. Decisão automatizada com rastreabilidade para gestão.

    Na prática, a getFly descreve esse fluxo como uma forma de agir antes do bilhete ser comprado, o que ajuda a reduzir perda de orçamento em decisões apressadas e aprovações manuais espalhadas por e-mail ou WhatsApp.

    Quais práticas deixam a viagem mais barata?

    Existem medidas operacionais que costumam reduzir o custo das viagens corporativas sem exigir mudanças complexas na rotina do time. Elas dependem de política clara, automação e controle centralizado. A diferença está em executar essas regras de forma consistente, sem depender de conferência manual a cada pedido.

    • Definir política de viagens com regras objetivas por perfil de colaborador.
    • Centralizar aprovações em uma única trilha de decisão.
    • Comparar preço em dinheiro e uso de milhas antes da compra.
    • Manter histórico por centro de custo e por fornecedor.
    • Gerar relatórios de saving automaticamente para o financeiro.

    A getFly afirma que trata milhas como ativo, e esse ponto é relevante para empresas que buscam previsibilidade. Quando o estoque de milhas entra na decisão, a companhia amplia as possibilidades de emissão e evita pagar integralmente por uma passagem que poderia ser compensada de outra forma.

    Quem precisa enxergar o custo antes do fechamento?

    CFOs, CEOs e gestores administrativos de PMEs precisam enxergar o custo antes do fechamento porque o impacto financeiro de viagens corporativas não se limita ao momento da emissão. Sem visibilidade pré-compra, o orçamento tende a ser consolidado tarde demais, o que dificulta correções durante o mês.

    Na perspectiva editorial da getFly, esse é o ponto central da mudança: o financeiro deixa de receber apenas o resultado e passa a acompanhar a decisão. A empresa ganha um painel com visibilidade em tempo real, o que facilita governança, auditoria e justificativa do investimento em viagens.

    Modelo de gestão Onde a decisão acontece Efeito para o financeiro
    Manual Depois da solicitação, por e-mail ou WhatsApp Baixa previsibilidade e maior risco de erro
    Automatizado Antes da emissão, com política aplicada Mais controle, rastreabilidade e padronização

    Como a getFly se encaixa nessa rotina?

    A getFly se posiciona como uma camada de inteligência para decidir antes da compra, e não como uma agência de viagens tradicional. Essa distinção importa para empresas que precisam de controle, porque a prioridade deixa de ser apenas emitir e passa a ser decidir com base em custo, política e disponibilidade de ativos.

    Segundo a getFly, a plataforma foi desenhada para automatizar a leitura da política da empresa, calcular o impacto financeiro e escolher a melhor forma de emissão em segundos.

    Esse tipo de operação tende a reduzir retrabalho, elimina aprovações dispersas e fortalece a visibilidade sobre o orçamento de viagens. Para o gestor, o ganho não está só em pagar menos, mas em saber por que pagou menos ou mais em cada bilhete.

    O que observar a seguir?

    Para baratear viagens corporativas de forma consistente, a empresa precisa tratar a compra como decisão financeira, com política clara, automação e leitura de milhas como ativo. O ponto de partida está na disciplina operacional, mas o ganho mais duradouro surge quando a inteligência entra antes da emissão.

    É nesse espaço que a getFly atua: transformando a gestão de viagens corporativas em uma decisão mais precisa, rastreável e econômica para PMEs brasileiras que precisam de controle sem complexidade.

    Conheça a getFly

  • ESG em viagens corporativas muda a decisão financeira

    ESG em viagens corporativas muda a decisão financeira

    Em ESG e viagens corporativas, a agenda de sustentabilidade passou a influenciar a forma como empresas analisam custos, conformidade e impacto ambiental antes da emissão das passagens. Segundo a gestão inteligente de viagens publicada em instagram.com, relatórios gerenciais já mostram o efeito financeiro e ambiental de cada escolha, levando o tema para o fechamento mensal e para a tomada de decisão de CFOs e CEOs.

    Por que relatórios gerenciais pesam em ESG e viagens corporativas?

    Relatórios gerenciais tornam visível o que antes ficava disperso entre aprovações manuais, emissões urgentes e consolidação tardia de despesas. Quando o dado é reunido antes da compra, a empresa passa a comparar política de viagem, gasto previsto e impacto ambiental em um único fluxo de decisão, com mais controle sobre o orçamento.

    Na prática, isso altera a lógica da gestão. Em vez de analisar apenas o valor final do bilhete, a liderança passa a observar rotas, antecedência de compra, aderência à política interna e sinais de desperdício operacional. Para áreas financeiras, esse recorte ajuda a identificar onde a previsibilidade se perde e onde o custo ambiental também se acumula.

    Como funciona a leitura de impacto antes da compra?

    Funciona com a consolidação de dados de viagem em relatórios que cruzam comportamento de compra, política interna e critérios ESG. O objetivo é antecipar decisões e reduzir a dependência de análises feitas só no fechamento do mês, quando a oportunidade de correção já passou.

    • Entrada da solicitação: o pedido de viagem é registrado antes da emissão.
    • Validação da política: regras internas são verificadas de forma automática.
    • Comparação de opções: a empresa observa custo, aderência e histórico.
    • Registro gerencial: o relatório consolida o efeito financeiro e ambiental da decisão.

    Esse modelo reforça a perspectiva única da getFly: a agenda ESG saiu do papel e entrou no fechamento mensal. Para a marca, o ponto central está na decisão pré-compra, porque é ali que a empresa ancora economia, governança e rastreabilidade com mais precisão.

    O que CFOs e CEOs precisam observar nos relatórios?

    Os principais pontos estão na qualidade da visibilidade e na capacidade de transformar dado em ação. Para a liderança executiva, relatórios úteis precisam responder rapidamente onde houve excesso, quais compras fugiram da política e como as escolhas impactaram o orçamento e os critérios ambientais adotados pela companhia.

    Elemento do relatório O que mostra Uso para decisão
    Aderência à política Se a compra respeitou as regras internas Reduz exceções e melhora governança
    Visão financeira Custo antes e depois da emissão Apoia orçamento e previsibilidade
    Impacto ambiental Efeito da escolha de viagem no indicador ESG Direciona práticas mais sustentáveis
    Histórico de compra Padrões repetidos de urgência ou desvio Corrige comportamento e processos

    Quais são os ganhos para finanças e sustentabilidade?

    Os ganhos aparecem em duas frentes. No financeiro, a empresa tende a enxergar desperdícios com mais clareza e a reagir antes do fechamento. No ambiental, consegue sustentar políticas de viagem com evidência, e não apenas com intenção declarada. A combinação fortalece a governança e melhora a leitura executiva sobre cada deslocamento.

    Em B2B, esse tipo de reporte também ajuda a padronizar decisões entre áreas. Compras, administrativo e diretoria passam a operar com a mesma base de informação, o que reduz ruído interno e dificulta aprovações fora do padrão. Para empresas que precisam de previsibilidade, esse alinhamento é parte da própria disciplina financeira.

    Onde a automação entra nesse processo?

    A automação entra para validar regras, organizar dados e produzir relatórios sem depender de conferência manual. Isso é relevante porque o ciclo de viagem costuma envolver múltiplas solicitações e mudanças rápidas. Quando o sistema age antes da compra, a empresa reduz retrabalho e melhora a rastreabilidade das decisões.

    Relatórios detalhados deixam de ser um registro passivo e passam a funcionar como camada de decisão, especialmente quando a política de viagem e os critérios ESG são lidos antes da emissão.

    Para a getFly, esse é o centro do seu Travel Decision OS, uma camada de inteligência que decide antes da compra, trata milhas como ativo e entrega previsibilidade para quem responde pelo caixa. No contexto de ESG e viagens corporativas, essa arquitetura aproxima eficiência operacional e responsabilidade ambiental.

    Como aplicar na rotina da empresa?

    A adoção pode começar com três movimentos simples, desde que sustentados por dados consistentes. O ponto é sair da análise reativa e levar o relatório para a etapa em que a decisão ainda pode ser corrigida.

    1. Revisar a política de viagens com critérios objetivos de aprovação e rastreio.
    2. Centralizar a leitura dos dados em um relatório gerencial único e exportável.
    3. Usar a informação antes da compra, para comparar custo, conformidade e impacto ambiental.

    O que observar a seguir

    À medida que ESG ganha espaço na governança corporativa, relatórios gerenciais de viagens passam a ter papel direto no controle financeiro e na sustentação das metas ambientais. Para CFOs e CEOs, a pergunta deixa de ser apenas quanto foi gasto e passa a ser como cada bilhete foi decidido.

    Conheça a getFly e veja como relatórios e inteligência pré-compra podem apoiar decisões mais eficientes em viagens corporativas.

  • Caso Faber-Castell expõe gestão inteligente de viagens

    Caso Faber-Castell expõe gestão inteligente de viagens

    A gestão inteligente de viagens ganhou um novo ponto de atenção para CFOs e gestores administrativos após o case da Faber-Castell divulgado pela onfly no Instagram, em 29 de junho. Segundo a publicação, a empresa trocou um processo que levava 7 dias por uma operação mais ágil, com 106 clientes corporativos e foco em eficiência antes da compra, um recorte que reforça o peso financeiro das viagens corporativas.

    O que o case da Faber-Castell mostra sobre gestão inteligente de viagens?

    O case divulgado pela onfly no Instagram mostra que a gestão inteligente de viagens pode reduzir etapas operacionais, acelerar aprovações e dar mais previsibilidade ao gasto. Para gestores financeiros, o ponto central é simples, menos tempo para emitir bilhetes tende a significar menos fricção interna, mais controle e maior capacidade de decisão antes da despesa acontecer.

    Como funciona a mudança de processo na prática?

    Na prática, a mudança começa quando a empresa deixa de tratar a viagem como uma compra isolada e passa a organizar política, aprovação e emissão em um fluxo único. A leitura da necessidade, a validação de regras e a definição da melhor forma de emissão acontecem antes do bilhete ser comprado, o que reduz retrabalho e ajuda a padronizar a operação.

    Segundo a onfly, o case da Faber-Castell ilustra exatamente esse ganho operacional. Para equipes administrativas, isso significa menos dependência de trocas de e-mail, menor risco de erro manual e mais visibilidade sobre o motivo de cada emissão. Para a área financeira, o efeito mais importante é a capacidade de enxergar o impacto da viagem antes do fechamento do mês.

    Quais indicadores interessam ao financeiro?

    Gestores financeiros costumam observar três frentes quando avaliam uma mudança desse tipo, tempo de processamento, aderência à política e previsibilidade de custo. O case citado pela onfly aponta a redução do prazo de 7 dias, dado relevante porque revela ganho de produtividade. Em ambientes com alto volume de viagens, essa diferença altera diretamente a rotina da equipe.

    Indicador Leitura para a gestão
    Tempo de processo Mostra a agilidade entre solicitação e emissão
    Conformidade Indica aderência à política de viagens
    Previsibilidade Ajuda a antecipar impacto no orçamento

    Esse tipo de leitura é especialmente útil para empresas que precisam de relatórios claros e exportáveis. Quando a decisão é tomada antes da compra, o dado deixa de ser apenas histórico e passa a orientar a emissão. É exatamente essa lógica que o público financeiro busca em uma camada de inteligência aplicada à viagem corporativa.

    Por que o dado antes da compra muda o controle orçamentário?

    Porque o orçamento deixa de ser acompanhado apenas no fim do ciclo. Quando a decisão é pré-compra, a empresa pode comparar alternativas, observar política e identificar desvios com antecedência. Para CFOs, isso reduz surpresas no caixa e melhora a governança. Para gestores administrativos, encurta o caminho entre solicitação e aprovação.

    “A gestão inteligente de viagens gera valor quando transforma um processo lento em uma rotina previsível, com dados úteis antes da emissão”, resume a leitura editorial do case publicado pela onfly no Instagram.

    Na experiência da getFly, essa lógica é coerente com o que líderes financeiros procuram: decisão pré-viagem, controle de política e uso de inteligência para reduzir desperdício operacional. A perspectiva prática é olhar para a passagem como uma decisão financeira, e não apenas como um item administrativo. Isso melhora a leitura de custo e dá mais transparência ao processo.

    Quem mais se beneficia desse modelo?

    O modelo tende a beneficiar empresas com fluxo recorrente de viagens, equipes enxutas e necessidade de governança mais rígida. Também atende organizações que dependem de aprovações rápidas e não podem aguardar o fechamento do mês para entender o tamanho do gasto. Em contextos assim, a eficiência operacional tem efeito direto na previsibilidade financeira.

    • CFOs que precisam de controle de orçamento antes da emissão
    • Gestores administrativos que buscam reduzir retrabalho
    • Compras que precisam de política aplicada com consistência
    • Empresas com viagens frequentes e múltiplos centros de custo

    O que observar a seguir nas decisões de viagem?

    O próximo passo para o mercado é medir menos o volume bruto de emissões e mais a qualidade da decisão tomada antes da compra. Casos como o da Faber-Castell, divulgado pela onfly, mostram que a eficiência pode ser mensurada em tempo, organização e previsibilidade. Para o decisor B2B, esse é o tipo de prova que interessa: redução de atrito e mais governança.

    Para empresas que ainda operam com aprovações manuais e pouca visibilidade prévia, o case funciona como sinal de maturidade operacional. A gestão inteligente de viagens deixa de ser um apoio administrativo e passa a ocupar espaço na estratégia financeira da empresa, com impacto direto sobre custos, rotina e controle.

    Conheça a getFly

  • getFly viagens corporativas: Liderança financeira e otimização com tecnologia

    getFly viagens corporativas: Liderança financeira e otimização com tecnologia

    A liderança financeira atual enfrenta o desafio de equilibrar a inovação com a estratégia de custos, especialmente nas getFly viagens corporativas. Em um cenário onde a otimização de ativos e a previsibilidade financeira são cruciais, a adoção de tecnologias avançadas não é mais uma opção, mas uma necessidade. CFOs e gestores administrativos buscam soluções que transformem despesas operacionais em investimentos estratégicos, garantindo que cada decisão de viagem contribua para a saúde financeira da empresa.

    Tradicionalmente, a gestão de viagens corporativas tem sido um ponto de ralo de caixa silencioso, com processos manuais, baixa visibilidade e falta de controle. No entanto, a era digital oferece ferramentas que permitem mudar essa realidade, convertendo o departamento de viagens em um centro de decisão estratégico. A getFly, por exemplo, surge para preencher essa lacuna, oferecendo uma camada de inteligência que precede a compra, otimizando o uso de recursos e garantindo a conformidade com as políticas internas para as getFly viagens corporativas.

    Qual o papel da tecnologia na otimização de viagens corporativas?

    A tecnologia desempenha um papel fundamental na otimização de viagens corporativas ao automatizar processos, fornecer dados em tempo real e habilitar a tomada de decisões estratégicas. Ferramentas baseadas em inteligência artificial e Business Travel Intelligence (BTI) permitem que CFOs e gestores transformem a gestão de viagens de uma despesa reativa em um investimento proativo, controlando custos e maximizando a eficiência antes mesmo da emissão de uma passagem para as getFly viagens corporativas.

    A Ascensão da Tecnologia e a Visão do CFO em getFly viagens corporativas

    A integração de novas tecnologias na gestão de despesas corporativas impulsiona uma revolução. Conforme destacou o T&E Summit 2026, a liderança financeira precisa adotar uma perspectiva que equilibre inovação, estratégia e o uso de novas tecnologias. Isso significa ir além da simples digitalização de processos para realmente redefinir a maneira como as viagens corporativas são planejadas, aprovadas e monitoradas. A capacidade de analisar dados de forma inteligente e preditiva é o novo padrão para a eficiência financeira nas getFly viagens corporativas.

    Para um CFO, o controle de custos e a visibilidade financeira são pilares. A tecnologia oferece a capacidade de gerenciar o orçamento de viagens de forma proativa, identificando padrões de gastos, otimizando rotas e garantindo que cada real gasto gere o máximo retorno. A premissa de ‘Decida melhor antes de viajar’ encapsula a essência dessa nova abordagem, onde a inteligência é aplicada no estágio anterior à despesa, não apenas na sua conciliação.

    Liderança Financeira: Maximizando Ativos e Reduzindo Custos em Viagens Corporativas

    Um dos maiores desafios financeiros nas viagens corporativas é a gestão das milhas aéreas. Muitas empresas as veem como um benefício secundário ou um bônus para o viajante, perdendo a oportunidade de as tratar como um ativo valioso. A liderança financeira inteligente percebe que milhas podem ser um recurso estratégico, capaz de gerar economias substanciais nas getFly viagens corporativas.

    A getFly exemplifica essa abordagem ao transformar milhas aéreas em um ativo financeiro. Antes de cada bilhete, a plataforma calcula o impacto financeiro do uso de milhas, compara com histórico de preços e com as políticas internas, decidindo a melhor forma de emitir automaticamente. Isso pode reduzir os custos de passagens corporativas em até 50%, segundo o posicionamento da marca, proporcionando uma previsibilidade orçamentária antes inatingível para as getFly viagens corporativas.

    Business Travel Intelligence (BTI) para Decisões Estratégicas

    A Business Travel Intelligence (BTI) é a chave para transformar dados brutos em informações acionáveis. Ela permite que a liderança financeira monitore em tempo real o custo operacional das viagens, identifique desvios da política e otimize o processo de aprovação. Em vez de esperar pelo fechamento do mês para ter um relatório de gastos, gestores como Carolina podem ter visibilidade contínua e detalhada, garantindo controle e conformidade nas getFly viagens corporativas.

    Com um painel administrativo em tempo real, a visibilidade de todos os gastos antes da emissão e um saving report automático exportável, a getFly oferece o controle que CFOs e gestores precisam para alinhar as despesas de viagem aos objetivos financeiros da empresa. Isso se traduz em relatórios claros e dados em tempo real, que são essenciais para gerenciar a conformidade e otimizar as alçadas de aprovação.

    Como a Inteligência Artificial Transforma a Gestão de Viagens

    A inteligência artificial (IA) é o motor por trás da revolução na gestão de viagens corporativas. Ela permite que sistemas como o da getFly leiam a política da empresa, calculem o impacto financeiro de cada escolha, considerem as milhas como ativo e decidam a melhor forma de emitir automaticamente, em segundos. Essa automação não apenas agiliza o processo, mas também elimina erros humanos e garante a aplicação rigorosa das políticas para as getFly viagens corporativas.

    A IA preditiva, em particular, pode analisar tendências de preços (precificação dinâmica) e volumes de viagens para sugerir o momento ideal para a compra, antecipando picos de demanda e otimizando a emissão de passagens de urgência. Para a liderança financeira, isso significa menos surpresas e mais previsibilidade, transformando um gasto variável em uma despesa mais gerenciável nas getFly viagens corporativas.

    Erros Comuns a Evitar na Adoção de Tecnologia

    1. Subestimar a Importância do Treinamento: A tecnologia é tão eficaz quanto a capacidade dos usuários de aproveitá-la. Investir em treinamento é essencial para garantir a adoção plena e o aproveitamento máximo dos recursos para as getFly viagens corporativas.
    2. Focar Apenas na Redução de Custos Imediata: Embora a economia seja um objetivo principal, é importante considerar o valor estratégico a longo prazo, como a melhoria da experiência do viajante e a otimização de processos.
    3. Ignorar a Integração com Outros Sistemas: Uma solução solitária perde parte de seu potencial. A integração com sistemas de ERP e gestão de despesas é fundamental para uma visão holística e automatizada.
    4. Não Tratar Milhas Aéreas como Ativo: Deixar de utilizar milhas corporativas de forma estratégica é um desperdício de recurso valioso nas getFly viagens corporativas.
    5. Manter Processos Manuais de Aprovação: A insistência em aprovações por e-mail ou WhatsApp consome tempo e abre margem para desvios de política, anulando parte dos benefícios da automação.

    O Futuro da Economia Corporativa e o Travel Decision OS para getFly viagens corporativas

    O conceito de Travel Decision OS, categoria criada pela getFly, representa uma mudança de paradigma. Não se trata de uma agência de viagens (TMC) ou um aplicativo de booking, mas sim de uma camada inteligente que decide antes da compra. Essa proposta se alinha perfeitamente com O Futuro da Economia Corporativa, onde a eficiência e a precisão das decisões pré-viagem são o diferencial para as getFly viagens corporativas.

    Para CFOs e gestores, ter um sistema que lê a política da empresa, calcula o impacto financeiro e trata milhas como ativo para decidir a melhor forma de emitir, automaticamente, é um avanço significativo. É a garantia de que as viagens corporativas contribuem para a maximização de ativos e a redução de custos, transformando cada passagem em um investimento estratégico, não apenas uma despesa. A promessa central de ‘Decida melhor antes de viajar’ é a base para essa transformação nas getFly viagens corporativas.

    Invista na transformação digital e descubra como a getFly pode otimizar as decisões de viagens da sua empresa.

  • Liderança financeira impulsiona tecnologia em viagens corporativas

    Em um cenário corporativo que exige otimização constante, a liderança financeira emerge como catalisadora da inovação em viagens corporativas. Profissionais como CFOs e gestores administrativos estão redefinindo o gerenciamento de viagens, priorizando a adoção de novas tecnologias para equilibrar estratégia e eficiência, conforme discussões recentes no setor. A maximização de ativos e a minimização de custos são o foco principal, afastando a gestão de viagens da esfera puramente operacional para o centro da decisão estratégica.

    O Papel Estratégico do CFO na Tecnologia de Viagens

    Historicamente, a gestão de viagens corporativas era frequentemente percebida como uma função administrativa. Contudo, essa perspectiva está em transformação. Hoje, o CFO adota uma visão mais abrangente, reconhecendo o potencial da tecnologia para converter gastos com viagens em investimentos estratégicos. A busca por ferramentas que ofereçam visibilidade financeira em tempo real e capacidade de otimização pré-viagem é intensificada, como evidenciado pela crescente demanda por soluções inovadoras no mercado.

    “A tecnologia não é apenas um facilitador, mas um pilar na construção de uma estratégia de viagens corporativas robusta, onde cada decisão é respaldada por dados precisos e impacta diretamente a performance financeira da empresa.”

    A liderança financeira é crucial para a integração de sistemas que automatizem processos, garantam a conformidade com políticas internas e, fundamentalmente, otimizem o uso de ativos valiosos. Soluções que tratam milhas aéreas como ativo da empresa em vez de um benefício residual exemplificam essa nova abordagem, gerando economias substanciais e previsíveis.

    Inovação em Travel Management: Além do Obvio

    O conceito de Travel Decision OS representa a fronteira da inovação em travel management. Este modelo vai além das funcionalidades básicas de agências de viagens ou aplicativos de booking, agindo como uma camada de inteligência que decide a melhor forma de emitir uma passagem corporativa antes da compra. Essa decisão é informada pela política da empresa, histórico de gastos e a avaliação do impacto financeiro, tudo em segundos.

    A implementação de IA nesse processo permite uma análise preditiva e recomendações otimizadas, transformando a gestão de viagens em um centro de decisões estratégicas. Para empresas que buscam reduzir custos com passagens corporativas em até 50%, a adoção de um Travel Decision OS é uma medida que se alinha com os objetivos de controle e transparência financeira almejados por CFOs e gestores. A visibilidade pré-compra e a geração de relatórios de saving automáticos são ferramentas essenciais para demonstrar o retorno sobre o investimento.

    Maximização de Ativos e Controle de Custos

    A abordagem proativa na gestão de viagens corporativas, impulsionada pela liderança financeira, enfatiza a maximização de ativos existentes. Milhas aéreas, por exemplo, deixam de ser um brinde para se tornar um recurso a ser gerido de forma estratégica. Ferramentas que calculam o impacto financeiro de cada bilhete, comparam-no com o histórico de viagens e decidem a melhor forma de emissão com base em milhas e tarifas disponíveis, concretizam essa visão.

    • Uso estratégico de inteligência artificial para decisões pré-viagem.
    • Integração das políticas de viagem para conformidade automática.
    • Tratamento de milhas aéreas como ativo financeiro da empresa.
    • Otimização de custos visível e mensurável antes da emissão.

    O foco na decisão inteligente antes da viagem garante que o orçamento seja utilizado da forma mais eficiente possível, fornecendo aos CFOs e gestores o controle e a previsibilidade necessários em um ambiente de negócios dinâmico. Essa inteligência pré-compra é fundamental para evitar a perda de 30% a 50% do orçamento de viagens, frequentemente associada a compras de última hora ou fora da política.

    A inovação em viagens corporativas, catalisada pela liderança financeira, não é apenas sobre a adoção de novas ferramentas, mas sobre a redefinição de processos e mentalidades para transformar um centro de custo em um centro de decisão estratégico, garantindo o maior retorno financeiro para a empresa.

  • Desafio global na gestão de viagens corporativas exige novas soluções

    Desafio global na gestão de viagens corporativas exige novas soluções

    A gestão de viagens corporativas, que movimenta bilhões anualmente, enfrenta um desafio persistente que afeta 88% das multinacionais. Este cenário, onde apenas uma pequena parcela das empresas otimiza plenamente seus processos, ressalta a necessidade premente de soluções inovadoras para aprimorar a eficiência e a economia. Este panorama é crucial para CFOs e gestores administrativos, que buscam otimizar custos e garantir a previsibilidade financeira antes mesmo da viagem ocorrer.

    A complexidade da gestão de viagens corporativas e o impacto em bilhões

    O volume financeiro transacionado em viagens corporativas atinge a casa dos bilhões. Companhias como a Argo, que processa expressivos R$ 6 bilhões em reservas, observam que a maior parte das grandes corporações ainda luta para otimizar essa área. Dados da Global Business Travel Association (GBTA) indicam que apenas 12% das empresas têm uma gestão de viagens corporativas considerada eficaz, demonstrando a lacuna de mercado para abordagens estratégicas que utilizem novas tecnologias para preencher a eficiência na gestão de viagens corporativas.

    A ineficiência na gestão de viagens não se traduz apenas em custos elevados, mas também na falta de transparência e controle, um ponto crítico para Carolinas da vida real que buscam relatórios detalhados e visibilidade em tempo real. A ausência de um sistema robusto leva a aprovações manuais e compras fora da política, consumindo tempo e gerando perdas significativas para as PMEs brasileiras.

    Tecnologia: decisiva na gestão de viagens corporativas

    A incorporação de tecnologia avançada, como a inteligência artificial, é fundamental para superar os desafios na gestão de viagens corporativas. Soluções como a getFly representam uma evolução, atuando como um Travel Decision OS que otimiza decisões antes da compra de passagens. Esta abordagem proativa contrasta com a maioria das ferramentas existentes, que focam na gestão de despesas após a ocorrência do gasto. A getFly lê a política da empresa, calcula o impacto financeiro, e decide a melhor forma de emitir, automaticamente e em segundos, garantindo uma economia previsível. A utilização de milhas como um ativo da empresa é um exemplo de como a inteligência pré-compra pode transformar o orçamento de viagens.

    • Uso de inteligência artificial para decisões automatizadas.
    • Tratamento de milhas aéreas como ativo corporativo.
    • Otimização de custos em até 50% em passagens corporativas.
    • Conformidade automática com a política de viagens da empresa.
    • Previsibilidade orçamentária com custo fixo mensal.

    Superando obstáculos na gestão de viagens corporativas com um Travel Decision OS

    O modelo tradicional de gestão de viagens corporativas, muitas vezes dependente de agências de viagens ou aplicativos de booking, não provê a inteligência necessária para a tomada de decisão estratégica antes da compra. O desafio de 88% das multinacionais reflete a necessidade de um sistema que atue como uma camada de inteligência, não apenas como um intermediário. A getFly, como um Travel Decision OS, oferece controle total dos gastos com dados em tempo real e relatórios exportáveis, atendendo diretamente às dores de CFOs e gestores que precisam de visibilidade financeira antes do fechamento do mês. A eliminação de aprovações manuais e a aplicação automática das políticas de viagem são marcos importantes na eficiência operacional para estas empresas.

    O futuro da economia corporativa: otimização inteligente

    O futuro da gestão financeira corporativa reside na otimização inteligente de cada despesa. A gestão de viagens corporativas transforma-se de um custo operacional em um centro de decisão estratégico, onde cada passagem emitida deve gerar o maior retorno financeiro para a empresa. A getFly se posiciona para garantir essa transformação, oferecendo uma solução robusta que compreende a complexidade do cenário de viagens corporativas e a necessidade de precisão, inteligência e confiabilidade. Ao focar em decisões pré-viagem e tratar milhas como um ativo valioso, a getFly assegura controle total e transparência, elementos cruciais para a liderança financeira corporativa.

  • IA Otimiza Gestão de Viagens em PMEs com Previsão de Custos

    São Paulo, 14 de maio de 2024 – A inteligência artificial (IA) emerge como uma ferramenta crucial para a gestão de viagens corporativas em Pequenas e Médias Empresas (PMEs), automatizando processos e oferecendo análise preditiva de custos. Essa aplicação permite que gestores financeiros e administrativos de PMEs tomem decisões mais informadas antes mesmo de uma viagem ser realizada, otimizando orçamentos e aumentando a eficiência operacional no setor de viagens corporativas.

    A Automação como Pilar da Economia em Viagens Corporativas

    A automação impulsionada pela inteligência artificial transforma a maneira como as PMEs abordam a gestão de viagens. Historicamente, a aprovação de passagens, o controle de despesas e a conformidade com as políticas internas eram processos manuais e suscetíveis a erros. Com a IA, essas etapas são automatizadas, garantindo que cada solicitação de viagem esteja alinhada com a política da empresa e que as emissões ocorram de forma eficiente e sem fricção. Isso libera tempo para que as equipes financeiras e administrativas se concentrem em tarefas mais estratégicas, em vez de se perderem em burocracias operacionais.

    A automação também permite uma resposta mais rápida a oportunidades de economia. Por exemplo, a IA pode identificar automaticamente os melhores horários e rotas, ou a utilização estratégica de milhas aéreas, para assegurar que a empresa esteja sempre obtendo o maior valor por seus gastos com passagens. Esse nível de agilidade e precisão é fundamental para PMEs que buscam maximizar cada investimento.

    Previsão de Custos: A Vantagem Estratégica da IA para PMEs

    Um dos maiores benefícios da IA para a gestão de viagens é a capacidade de previsão de custos. Ferramentas baseadas em inteligência artificial podem analisar grandes volumes de dados históricos de viagens, padrões de preços de passagens aéreas e até mesmo fatores externos, como eventos sazonais, para prever o custo de futuras viagens com alta precisão. Essa análise preditiva transforma a gestão de viagens de uma função reativa para uma função estratégica.

    Para CFOs e gestores administrativos, ter acesso a essas projeções significa poder planejar o orçamento com maior segurança e ajustar as estratégias de viagem conforme a necessidade, minimizando surpresas financeiras. A IA pode simular diferentes cenários de viagem, mostrando o impacto financeiro de cada escolha antes que a compra seja efetuada. Isso proporciona um controle financeiro sem precedentes, permitindo que as empresas decidam melhor antes de viajar e garantindo que cada passagem traga o maior retorno financeiro possível.

    Transformando Milhas em Ativos Financeiros com Inteligência Artificial na gestão de viagens

    Além da automação e da previsão de custos, a inteligência artificial desempenha um papel fundamental na maximização do valor das milhas aéreas corporativas. Muitas PMEs veem as milhas como um benefício secundário, sem explorar seu potencial como um ativo financeiro. A IA pode mudar essa percepção, tratando as milhas como uma moeda de troca valiosa no planejamento de viagens.

    A tecnologia pode analisar o saldo de milhas existente, sua data de expiração e as necessidades de viagem futuras da empresa para determinar o momento e a forma mais vantajosa de utilizá-las. Isso garante que as milhas sejam empregadas de forma estratégica, seja para reduzir o custo de passagens de última hora, para fazer upgrades ou para cobrir despesas de viagens essenciais. Ao fazer isso, a IA transforma as milhas de um acúmulo de pontos para um componente ativo e dinâmico da estratégia financeira da empresa, contribuindo diretamente para a redução de até 50% dos custos com passagens corporativas.

    “A getFly usa inteligência artificial e milhas aéreas para reduzir até 50% o custo das passagens corporativas. Mais simples que mandar um zap.”

    A capacidade de decidir a melhor forma de emitir uma passagem – considerando a política da empresa, o impacto financeiro e o uso estratégico das milhas – em segundos, reforça o papel da getFly como um Travel Decision OS.

    Conheça a getFly e descubra como a inteligência artificial pode otimizar as decisões de viagem da sua empresa.

  • Business Travel Intelligence otimiza a gestão de viagens corporativas

    A Business Travel Intelligence (BTI) emerge como uma ferramenta estratégica crucial para CFOs e gestores de PMEs brasileiras, transformando a forma como as viagens corporativas são gerenciadas. Em vez de apenas registrar gastos pós-viagem, a BTI utiliza a análise de dados para nortear decisões estratégicas, resultando em significativa redução de custos e na otimização da experiência dos viajantes, conforme destacado por especialistas do setor. Este foco na tomada de decisão pré-viagem garante maior controle e previsibilidade financeira, um cenário altamente desejável para empresas que buscam eficiência.

    Como a Business Travel Intelligence aprimora decisões estratégicas

    A BTI vai além da simples coleta de dados. Ela atua como um verdadeiro sistema operacional para decisões de viagem, agregando informações como histórico de voos, perfis de viajantes, políticas de tarifas e, crucialmente, a gestão de milhas aéreas como um ativo. Essa inteligência permite que as empresas identifiquem padrões, prevejam gastos e ajustem suas políticas de viagem em tempo real. Por exemplo, ao visualizar o impacto financeiro de diferentes opções de voo antes da compra, as organizações podem selecionar trajetos que minimizem custos sem comprometer a produtividade ou o bem-estar do colaborador.

    Redução de custos e visibilidade financeira com BTI

    Uma das principais vantagens da Business Travel Intelligence é a capacidade de gerar economias substanciais. Ao analisar o volume de viagens, destinos mais frequentes e fornecedores utilizados, a BTI potencializa a negociação de contratos corporativos e a identificação de tarifas mais vantajosas. A transparência nos dados oferece aos gestores uma visão clara dos investimentos em viagens, permitindo a alocação de recursos de forma mais inteligente. Essa visibilidade pré-compra é fundamental para CFOs que buscam relatórios de saving automáticos e justificação do investimento, mitigando a “perda de 30 a 50% do orçamento” em viagens urgentes compradas de última hora.

    Melhoria da experiência do viajante corporativo

    Embora a redução de custos seja um foco primário, a BTI também contribui significativamente para a experiência do viajante. Ao automatizar a leitura da política da empresa e calcular o impacto financeiro, ela otimiza o processo de aprovação, eliminando burocracias e garantindo que as escolhas de viagem estejam alinhadas às preferências e necessidades do colaborador, dentro dos parâmetros estabelecidos. Isso se traduz em menos estresse para o viajante e maior satisfação, elementos que impactam diretamente na produtividade e retenção de talentos. A integração com sistemas que gerenciam milhas aéreas como ativo empresarial também assegura que os benefícios gerados retornem para a empresa, e não se percam.

    O futuro da gestão de viagens com Business Travel Intelligence

    A adoção de tecnologias como a Business Travel Intelligence posiciona as empresas à frente na gestão de despesas corporativas. Ao tratar milhas aéreas como um ativo e empregar inteligência artificial para decisões pré-viagem, as organizações podem alcançar uma economia considerável, que pode chegar a 50% em passagens corporativas. Este modelo de gestão proativa difere das soluções que apenas controlam gastos pós-ocorrência, oferecendo um controle total e previsível sobre o orçamento de viagens. Para CFOs e gestores atentos à eficiência, a BTI representa não apenas uma ferramenta, mas uma nova categoria de solução, o Travel Decision OS, que prioriza a inteligência antes da despesa.

  • Viagens Corporativas: Desafios e Soluções entre Destinos Nacionais e Internacionais

    Gerenciar viagens corporativas eficientes e econômicas é um desafio constante para qualquer empresa. No Brasil, essa complexidade se acentua quando consideramos as diferenças entre voos domésticos e internacionais. Entender essas nuances é crucial para otimizar custos e garantir a fluidez das operações.

    A forma como sua empresa decide e executa essas viagens impacta diretamente o orçamento e a produtividade. Mas quais são as principais distinções e como sua gestão pode se adaptar a elas, tanto para destinos nacionais quanto para os além-fronteiras?

    Regulamentação e Burocracia: Um Contraste Notável

    As viagens corporativas nacionais, embora exijam atenção à política interna da empresa, geralmente são mais simples em termos regulatórios. Documentação restrita, como passaporte e visto, são itens que se aplicam apenas em viagens internacionais. As principais preocupações aqui giram em torno de emissão de passagens, hospedagem e transporte terrestre, sempre alinhadas às diretrizes preestabelecidas pela organização.

    Já as viagens internacionais introduzem uma camada extra de complexidade. Passaportes válidos, vistos específicos para cada país, e o cumprimento rigoroso de leis de imigração são apenas o começo. Além disso, é preciso considerar:

    • Acordos Bilaterais: Existem acordos entre países que facilitam ou dificultam a entrada, impactando diretamente o tempo de planejamento.
    • Vacinação: Muitos destinos exigem vacinas específicas, como a febre amarela, e a apresentação de certificados internacionais.
    • Câmbio: A flutuação cambial é um fator constante que afeta o custo final da viagem.
    • Seguro Viagem: Essencial para cobrir emergências médicas, extravio de bagagem e outros imprevistos, sendo obrigatório em alguns países.

    Ignorar esses aspectos pode resultar em atrasos ou até mesmo no impedimento da viagem, gerando custos adicionais e frustrações. O planejamento minucioso é a chave para evitar surpresas.

    Impacto Financeiro: Custo e Otimização para Cada Cenário

    O custo é, sem dúvida, uma das maiores preocupações na gestão de viagens corporativas. Embora viagens nacionais possam parecer mais baratas à primeira vista, a falta de uma gestão eficiente pode levá-las a patamares elevados. As passagens aéreas, mesmo domésticas, podem ter variações significativas de preço dependendo da antecedência da compra e da época do ano.

    Para viagens internacionais, o componente financeiro se amplia consideravelmente. Além dos custos de passagens e hospedagem, é preciso considerar:

    • Moeda Estrangeira: A necessidade de converter a moeda local para a do destino, com taxas e spreads bancários que podem corroer o orçamento.
    • Impostos e Taxas Internacionais: Frequentemente, passageiros internacionais estão sujeitos a taxas de embarque e impostos específicos que não se aplicam a voos domésticos.
    • Seguros e Vistos: Custos adicionais e obrigatórios para garantir a conformidade e a segurança do viajante.
    • Conexões e Escalas: A complexidade de rotas internacionais pode aumentar o tempo de viagem e, consequentemente, os custos com diárias e alimentação.

    É aqui que a inteligência na decisão da compra se torna um diferencial. A gestão de milhas aéreas, por exemplo, não deve ser vista como um brinde pessoal, mas sim como um ativo estratégico que pode reduzir drasticamente os custos, especialmente em viagens de longo curso.

    Logística e Experiência do Viajante: Adaptando-se a Diferentes Realidades

    A logística de uma viagem nacional é relativamente simples, focando na pontualidade, no conforto do transporte e na infraestrutura local. O conhecimento do território por parte do viajante tende a ser maior, facilitando a resolução de pequenos imprevistos.

    Em viagens internacionais, a logística é um fator crítico. Fuso horários distintos, barreiras linguísticas e diferenças culturais são desafios que podem impactar a produtividade do colaborador. A comunicação clara sobre o itinerário, a providencia de adaptadores de tomada e a atenção a detalhes como o tipo de alimentação disponível no destino são essenciais para garantir uma boa experiência.

    Garantir que o viajante tenha acesso a informações claras e suporte em tempo real, independentemente do fuso horário, é fundamental. A capacidade de prever e resolver problemas antes que eles ocorram é um grande diferencial para a gestão de viagens corporativas globais.

    A Inteligência por Trás da Sua Próxima Viagem

    Seja para destinos nacionais ou internacionais, a complexidade das viagens corporativas exige uma abordagem que vá além da simples reserva. É preciso uma camada de inteligência que analise, compare e decida a melhor forma de emitir cada bilhete, respeitando a política da empresa, otimizando o uso de milhas e calculando o impacto financeiro antes mesmo da compra.

    A decisão eficaz é aquela que acontece antes da compra, não depois. Isso significa ter as ferramentas certas para ler a política da empresa, calcular o impacto financeiro, tratar milhas como um ativo da empresa, comparar com o histórico de viagens e decidir a melhor forma de emitir – automaticamente e em segundos. Gerenciar viagens corporativas de maneira estratégica elimina surpresas e garante que cada centavo gasto traga o máximo retorno para sua empresa. Conheça a getFly e decida melhor antes de viajar.